terça-feira, janeiro 30, 2018

TESTE SOBRE GÁS DE ESCAPE DOS AUTOMÓVEIS:
TAMBÉM HOUVE COBAIAS HUMANAS

Traduzo:
“Nova reviravolta sobre os testes “tortura dos gases de escape sobre símios” pelos colossos alemães: segundo Sueddeutsche Zeitung e Sttugarter Zeitung, estas emissões não foram apenas provadas sobre animais, mas também sobre cávias humanas.
Os dois colossos da informação revelaram novos pormenores sobre testes conduzidos pelo Grupo Vw, Daimler e BMW: “Foram usados voluntários para provas de respiração”. Ou seja: quatro horas de exposição a um ar inquinado por gás de escape.

A hipótese, segundo o dossiê do “New York Times” (que tinha aberto o caso), era já conhecida: os cientistas do laboratório da «Lovelace Respiratory Research Institute», no Novo México, além de terem usado dez macacos javaneses, teriam falado com engenheiros alemães sobre a eventualidade de fazer testes com cobaias humanas, obviamente voluntárias.
As empresas automobilísticas disseram não e interveio mesmo o director geral da Fundação Alemã para o Ambiente, Michael Spalleck, para reprovar esta ideia louca. Até hoje, parece que estes testes sobre cobaias humanas nunca tivessem sido executados. Pelo contrário…

Agora parece uma loucura fazer testes similares, mas antes não era assim: antes do famoso alarme de 2012, quando, segundo uma investigação da organização Mundial da Saúde, o gás de escape dos automóveis foram classificados como cancerígenos, não se tinha certeza de “quanto pudessem ser venenosas as emissões dos carros”.

Os colossos do automóvel quiseram ver claro e iniciaram testes específicos até chegar aos famosos testes do laboratório de Albuquerque, no Novo México. E, segundo Sueddeutsche Zeitung e Stuttgarter Zeitungs, também de outros tipos de provas mais perigosas.

Daimler, por sua vez, - entretanto abriu uma indústria interna – distancia-se de este novo caso: “Não tivemos nenhuma influência sobre experiências. Tomámos expressamente as distâncias das investigações da EUGT – afirma Daimler, citando a sociedade de investigação que promoveu os testes (do qual o colosso fazia parte, todavia com VW e BMW) – Estamos chocados pelo tipo de exames conduzidos. E condenamos asperamente estes testes.

Clara também a tomada de posição de BMW Group: Não conduzimos estudos sobre animais e não tomámos parte nestas experiências. Por este motivo, não estamos em grau de dar informações sobre o tema em questão ou comentá-lo”

E Volkswagen, depois das revelações do New York Times, imediatamente declarou “tomar, claramente as distâncias de todas estas formas de maltratamento dos animais”  -  de Vincenzo Borgomeo - La Repubblica, 29 / 01 /2018.

segunda-feira, janeiro 22, 2018

SALVA A CIDADE DE UMA INVASÃO DE RATOS
A CADELINHA TARA 
"Em County Durham, no nordeste da Inglaterra, de há algum tempo os residentes devem acertar contas com os ratos. Vêem-se por todos os lados: desde os parques até às caves.
Grupos de roedores são constantemente avistados pelos cidadãos e, para resolver este problema, pensa Tara.

Tara é uma corajosa e simpática terrier que, juntamente com o seu patrão, Adrian Oliver, têm posto em acto um verdadeiro plano de desinfestação.
O problema dos ratos – dizem os habitantes – existe aqui de há muito tempo e é preocupante, sobretudo para a saúde das crianças. É uma situação que deve ser resolvida o mais rapidamente possível”.

Para eles, no último ano, os resultados foram, indubitavelmente, satisfatórios. Tara conseguiu expulsar mais de 600 roedores e, uma vez, matou mesmo 42 num único dia.  
Adrian Oliver, 33 anos, defende, todavia, que a cidade deve resolver o problema de uma maneira mais estruturada: “Até hoje – afirma - têm faltado acções concretas da parte da cidade. No passado, o Município despendeu dinheiro para adquirir veneno para ratos, mas foi inútil, porque os animais tornaram-se imunes à toxina”.

Normalmente, o par move-se deste modo: Adrian utiliza o fumo contra os ratos e, imediatamente, Tara agarra-os.
“Se não fosse Tara – afirma o patrão – na cidade haveria muito mais ratos, e poderiam infectar as pessoas.
Tara, por estas paragens, tornou-se já numa espécie de mascote".
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PS: esqueci-me indicar a fonte deste post. Reparo a falta: Cristina Insalaco - La Stampa, 22 / 01 / 2018

segunda-feira, janeiro 08, 2018

PROBLEMAS NO COMPUTADOR


Como fase inicial do novo ano, não restam dúvidas que problemas deste género – ou quaisquer outros entraves - dispensar-se-iam. Espero que fiquem resolvidos no mais curto espaço de tempo. Entretanto, um bom, sereno e tranquilo 2018.